terça-feira, 30 de junho de 2009

Custo de vida

Carro-bomba não é mais exclusividade do Oriente Médio.

No Brasil, toda vez que o carrinho de supermercado passa no caixa explode o cartão de crédito.

Coisa de fã

Está totalmente descartada a possibilidade de uma turnê dos funerais de Michael Jackson.

Fã tem cada ideia.

Vai faltar tempo na grade

A Record não para de contratar artistas para apresentar programas nas tardes de domingo.

Desse jeito, o bispo Edir Macedo terá de operar o milagre da multiplicação das horas.

Viva a família

Como se sabe, o presidente do Senado, José Sarney, é um dos imortais da Academia Brasileira de Letras. Por isso, o autor de "Marimbondos de Fogo" emprega muito bem os pronomes pessoais e ablíquos. Mas Sarney é especialista mesmo em empregar parênteses.

Sapo absolvido

Depois de tanto tempo, a justiça foi feita aos sapos. Os animais não esguicham veneno de propósito, segundo os cientistas do Instituto Butantan, da USP, e da Universidade de Düsseldorf, na Alemanha.

Parece que hoje vai ter festa no brejo.

O que é pior

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner anda numa fase brava.

Não sabe o que é pior: conviver com tantos casos de gripe suína ou com tantos deputados da oposição eleitos no domingo.

Isso sem contar os fiascos da seleção de Maradona.

Motor potente

De Lula sobre o novo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, indicado por ele:

– Esse Gurgel tem motor de Ferrari.

É. Pode ser.

A esperança

Roberto Mangabeira Unger deixa a Secretaria de Assuntos Estratégicos para voltar a lecionar Direito em Harvard.

É grande a expectativa, por parte da imprensa, de que sua bagagem se extravie na viagem. Quem sabe aí alguém encontre a agenda do professor e revele, enfim, o legado do ministro no governo Lula.

Avaliação

Nelson Jobim ainda avalia se foi bom ou ruim ser chamado de “coronel” pelo professor Dalmo Dallari num seminário sobre direitos humanos.

“A patente até que não me caí mal”, confidenciou a amigos o ministro que, volta e meia, se mete dentro de fardas camufladas do Exército.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A morte como defesa

Todos os ícones pop, principalmente da música, morrem novos. É uma forma que a vida encontrou de poupá-los do ridículo. Ou alguém aí imagina Michael Jackson, já velhinho, dançando com a mão no pinto!?